7 anos de Aeromédico em Cascavel

A equipe atinge hoje o número de 2930 missões e 4224 horas de voo realizadas

22 de janeiro de 2021 | 12h56 | Atualizado há 42 dias

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Nesta sexta-feira (22), o Serviço Aeromédico da Macrorregião Oeste do Paraná, com sede em Cascavel, comemora 7 anos de atividades.

Esta é uma história construída com muito trabalho, dedicação e comprometimento no atendimento de urgência ao paciente enfermo grave.

Escrita com êxito e sucesso, fruto de parceria operacional entre o Governo do Estado do Paraná com o Samu Oeste (administrado pelo Consórcio de Saúde dos Municípios do Oeste/PR - Consamu), esta é a história daqueles que abraçaram o desafio de implantar o modelo de atendimento aeromédico que hoje é referência para o Paraná e para o Brasil, com aeronave 100% dedicada aos atendimentos em saúde de pacientes em emergência médica.

As transferências inter-hospitalares de unidades de baixa complexidade (municípios menores) para Centros de Referência é a demanda que mais mobiliza a aeronave, representando 89% dos atendimentos no período. O equipamento custeado pela Secretaria Estadual de Saúde é utilizado também para atendimentos primários como acidentes em rodovias e outras ocorrências em ambiente extra-hospitalar, levando a equipe avançada até a vítima, com atendimento especializado no local, estabilização e posterior transporte.

Foram realizados ainda importantes apoios logísticos para a OPO/PR (Organização de Procura de Órgãos) no translado de tecidos e equipes de transplante.

O benefício imediato da agilidade do transporte para o tratamento definitivo é a diminuição da taxa de mortalidade e morbidade, transformando a realidade no atendimento da urgência e emergência dentro do sistema público de saúde em toda a região.

A equipe atinge hoje o número de 2930 missões e 4224 horas de voo realizadas.

O Serviço Aeromédico demonstra sua importância em várias circunstâncias, mas sobretudo naqueles pacientes que tem um tempo limite para receber o tratamento adequado no Hospital de referência e que, muitas vezes, por via terrestre não seria possível ser atingido, e os politraumatizados (vítimas de acidente de trânsito) onde o tempo de atendimento e a chegada no hospital de referência é crucial para a sobrevida e reabilitação.

Os atendimentos neonatais, que ocupam a terceira posição (350), incluindo os prematuros, cardiopatias congênitas, problemas respiratórios e cirúrgicos, foram atendidos de forma mais humanizada após a implantação do pioneiro PROJETO AEROPOLVO.

O projeto e os números apresentados ressaltam a importância do atendimento aeromédico junto ao SUS, levando tecnologia, logística, técnica, ética e humanização a quem precisar, do nascer ao por do sol.

Parabéns a todos os profissionais envolvidos nesta tão honrosa e digna missão, de manter e preservar a vida.
Assessoria
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